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RI-Sprinklers Procedimento

Critérios NFPA 13 ou EN 12845:

Fases Descrição da fase N.º Característica Simbologia Unidades
0 Organizar Desenho da Instalação: 0.2 Exemplos:
Codificar ou numerar sequencialmente, a partir do sprinkler mais afastado da fonte de alimentação (F.A.), designado por S1, todos os sprinklers em funcionamento simultâneo S1+i e nós até à fonte de alimentação da instalação. Sprinkler mais afastado da F.A. S1
Sprinkler em funcion. simultâneo S1, S2, S3..
Nó de uma tubagem A, B, C, etc.
(Deste modo definem-se os diversos "N" troços de tubagem a dimensionar) 0.1 Nº de troços de uma instalação N
1 Definir a Classe e Grupo de Risco aplicável à instalação. 1.1 Classe e Grupo de Risco
Fixar a área de operação. 1.5 Fixar a área de operação Ao m2
Fixar a área máxima de protecção por sprinkler. 1.2 Área máx. de protecção / sprinkler As m2
Calcular o número de sprinklers em funcionamento simultâneo. 1.6 Nº de sprinklers em funcionamento simultâneo NSsim.
Fixar o espaçamento máximo entre sprinklers. 1.3 Espaçamento máx. entre sprinklers S m
Calcular o afastamento máximo dos sub-ramais.  1.4 Afastamento máx. dos sub-ramais  D m
Calcular o número de sprinklers em funcionamento simultâneo por sub-ramal. 1.7 Nº de sprinklers em funcionamento simultâneo por sub-ramal NS sim. / s.r.
Calcular o caudal unitário a dispersar por sprinkler. 1.8 Densidade do sprinkler  q unit. l/min.m2
Calcular o caudal mínimo necessário ao correcto desempenho de cada sprinkler. 1.9 Caudal mínimo por sprinkler Qmín.S l/min
Fixar o factor de escoamento dos sprinklers. 1.10 Constante do sprinkler K métrico
Calcular a pressão dinâmica mínima no sprinkler mais afastado da fonte de alimentação. 1.11 Pressão mínima por sprinkler Pmín.S kPa
Fixar a % de afectação das perdas de carga locais. 1.12 % de afectação das perdas carga localizadas J% %
Decidir qual a fórmula de dimensionamento a utilizar. 1.13 Cálculo da perda de carga ΔP kPa
Fixar o factor de rugosidade aplicável a tubagens em aço para condução de água fria. 1.14 Constante de Rugosidade C ou b
Fixar a velocidade de escoamento admissível. 9.3 Velocidade admissível Vadm. m/s
2 Introduzir a codificação dos diferentes troços estabelecida no desenho da instalação (Fase 0), definindo automaticamente os diversos "N" troços de tubagem. Com início a partir do sprinkler mais afastado da fonte de alimentação, designado por S1
0.1 N.º de troços de uma instalação N
Imputar a cada troço em análise o nº de sprinklers abastecidos em simultâneo, na coluna correspondente. 2.1 Nº de sprinklers em funcionamento simultâneo por troço NS sim.troço
Imputar a cada troço em análise o nº total de sprinklers abastecidos pelo troço, na coluna correspondente. 2.2 Nº total de sprinklers abastecidos pelo troço NS troço
3 Imputar a cada troço da instalação o respectivo comprimento e desnível. Por opção, adicionar ao comprimento do troço de tubo em análise, as perdas de carga referentes aos acessórios utilizados, por consulta do Quadro 2. 3.1 Comprimento do troço Lreal m
3.2 Desnível do troço h m
3.3 Comprimento equivalente local Leq.local m
Determinar o comprimento equivalente de cada troço: 3.4 Comprimento equivalente do troço Leq m
4 Dimensionar o troço que contém o sprinkler mais afastado da fonte de alimentação, designado por S1 1.9 Caudal mínimo por sprinkler Qmín.S. l/min
Atribuir ao sprinkler S1 o caudal e pressão mínimos já calculados, necessários ao correcto desempenho do mesmo.  1.11 Pressão mínima por sprinkler Pmín.S. kPa
Impor a dimensão nominal mínima (DN 25), aplicável a uma instalação do tipo extinção automática (ver Quadro 5). 5.5 Dimensão Nominal DN
Fixar o correspondente diâmetro interior normalizado da tubagem de aço, em conformidade com a norma europeia EN 10255 (Série Média) ou equivalente. 5.2 Diâmetro interior normalizado Di mm
Calcular a perda de carga unitária (J) deste troço. 7.1 Perda de carga unitária J kPa/m
Calcular a perda de carga dinâmica (DP) deste troço. 7.2 Perda de carga dinâmica no troço ΔP kPa
Calcular a pressão inicial (Pi) deste troço. 6.1 Pressão inicial no troço Pi kPa
5 Para cada troço em análise, impor a dimensão nominal mínima aplicável a uma instalação do tipo extinção automática, em função do nº total de sprinklers abastecidos (ver Quadro 5). 2.2 Nº total de sprinklers abastecidos pelo troço NS troço
5.5 Dimensão Nominal DN mm
Fixar o correspondente diâmetro interior normalizado da tubagem de aço, em conformidade com a norma europeia EN 10255 (Série Média) ou equivalente. E correspondentes designações normalizadas do tubo de aço. 5.2 Diâmetro interior normalizado Di mm
5.3 Diâmetro exterior D mm
6 Tendo-se iniciado a análise pelo troço da instalação que contém o sprinkler S1 considerado na posi-ção mais desfavorável, percorrer a instalação de forma sequêncial e do fim para o início, para o cálculo das pressões instaladas em cada troço, com base no  6.1 Pressão inicial no troço Pi kPa
a) A pressão final corrigida (Pfc) de um qualquer troço, deverá ser a Pressão Inicial (Pi) do(s) troço(s) situado(s) a jusante. 6.2 Pressão final no troço Pf kPa
b) A pressão inicial (Pi) de um qualquer troço, deverá ser a pressão final corrigida (Pfc) de um troço situado a montante.
c) Relacionar Pi com Pf através das Fórmulas de Flamant ou Hazen & Williams, ao critério do projectista. 6.3 Pressão final corrigida no troço Pfc kPa
d) Relacionar Pf com Pfc através da perda de carga estática. 
7 Para cada troço em análise, determinar o respectivo caudal de cálculo do seguinte modo: 1.9 Caudal mínimo por sprinkler Qmín.S l/min
a) Se o troço em análise finaliza num sprinkler e: 1.11 Pressão mínima por sprinkler Pmín.S kPa
a1) a jusante não existe qualquer outro sprinkler de funcionamento simultãneo, adoptar: Qtroço = Qmín.S. 1.10 Constante do sprinkler K métrico
a2) a jusante existe outro sprinkler de funcionamento simultãneo, adoptar para efeitos de cálculo o seguinte caudal: Qtroço = QS + Qacum. a jusante , onde QS =K.(Pfc / 100)1/2. 4.1 Constante do sub-ramal 1 Ksub-ramal1 métrico
4.2 Caudal de serviço do sprinkler QS l/min
b) Se o troço em análise finaliza num sub-ramal de  funcionamento simultâneo, adoptar para efeitos de cálculo:   Qtroço = Qsub-ramal + Qacum. a jusante e Qsub-ramal = Ksub-ramal1.(Pfc / 100)1/2  e Ksub-ramal1 = Qsub-ramal1/(Pi sub-ramal1/ 100)1/2 Caudal de serviço do sub-ramal Qsub-ramal l/min
Caudal de serviço do sub-ramal 1 Qsub-ramal1 l/min
4.3 Caudal de cálculo Qtroço l/min
c) Ou então: Qtroço = Qacum. a jusante Caudal acumulado a jusante Qacum. a jusante l/min
Calcular a perda de carga unitária ( J ) de cada troço: 7.1 Perda de carga unitária J kPa/m
Calcular a perda de carga dinâmica ( ΔP ) de cada troço: 7.2 Perda de carga dinâmica no troço ΔP kPa
Calcular a perda de carga total ( ΔPc ) de cada troço: 7.3 Perda de carga total no troço ΔPc kPa
8 Calcular a perda de carga dinâmica acumulada (ΔPacum.R.P.) nos ramais principais: 8.1 Perda de carga acumulada no troço ΔPacum.R.P. kPa
Fixar a perda de carga acumulada admissível (ΔPadm.R.P.): 8.3 Perda de carga admissível ΔPadm.R.P. kPa
9 Calcular a velocidade de escoamento em cada troço: 9.1 Velocidade de escoamento no troço m/s
10 Calcular a Necessidade de Pressão-Abastecimento ( Pi máx.): 10.1 Necessidade de pressão Pi máx. kPa
Calcular a Necessidade de Caudal-Abastecimento ( Q máx.): 10.2 Necessidade de caudal Qmáx. l/min
Calcular, se aplicável, a potência mínima da fonte de pressão: 10.4 Potência mínima Pot.mín. kW ou CV
11 O dimensionamento está concluído se os ramais principais cumprirem com os limites de perda de carga dinâmica e velocidade de escoamento aplicáveis.
12 Subir um escalão no valor do diâmetro interior do tubo de aço. 5.1 Diâmetro interior imposto Di imposto mm
 
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