DESTAQUE Nº 60 - JAN 2019
DESTAQUE Nº 59 - JUL 2018
DESTAQUE Nº 58 - JAN 2018
DESTAQUE Nº 57 - SET 2017
DESTAQUE nº 56 - MAI 2017
DESTAQUE nº 55 - JAN 2017
Sistemas de Canalização
Especificações e Gamas
Aplicações
Certificação
Tubos de aço
Acessórios de Tubagens
Roscas de Tubagens
Válvulas Ranhuradas
Válvulas Industriais
Fichas técnicas - Sistemas
Processos de ligação
Instalação - Orientações
Documentação APTA
Cálculo Hidráulico
Jornadas técnicas
Documentos de Inspecção
Notícias
FAQS
Quem Somos
Actividades
Estatísticas
Empresas Associadas
contactos
Links
PESQUISA
LOGIN

Recuperar senhaRegisto
Newsletter
Publicação da APTitude n.º 60 – Janeiro 2019

Informamos da publicação do n.º 60 da nossa revista de informação APTitude; estando disponível para consulta ou transferência em formato ".pdf" na opção Documentação.

Com o seguinte tema em destaque: Exemplo de cálculo de uma R.I.A. para uma Oficina de Manutenção Automóvel.

Este dimensionamento foi desenvolvido salvaguardando a fundamental compatibilização entre as disposições regulamentares nacionais de caudal e pressão aplicáveis às bocas tipo carretel, com as respectivas características obrigatórias de desempenho hidráulico, nos termos da NP EN 671-1, por via da obrigatoriedade da marcação CE.

De facto, esta compatibilização implica que na gama normalizada prevista na norma Europeia em causa, caracterizada por 8 diferentes níveis de desempenho hidráulico das bocas tipo carretel, apenas os 2 níveis mais elevados poderão ser utilizados. Em concreto, somente as bocas de incêndio com os coeficientes de descarga K = 42 e K = 64, conseguem debitar o caudal mínimo de 90 litros/min exigido regulamentarmente em condições de pressão aceitáveis. Sendo ainda necessário, no caso da utilização de bocas com um K = 42 (as mais correntes no mercado), garantir que as mesmas são alimentadas com uma pressão mínima de 460 kPa, valor este significativamente acima da pressão mínima de 250 kPa exigida pela regulamentação nacional.

Adicionalmente, também se procedeu à aplicação do método dos comprimentos equivalentes aos diversos acessórios de união ranhurada utilizados na instalação, com recurso à matriz de afectação dos acessórios a serem utilizados em cada troço em análise, que consta no Quadro 2 da folha de cálculo da APTA. Onde através da introdução do n.º de acessórios em causa, é automaticamente consultado e contabilizado o correspondente valor da perda de carga local.

 
© APTA 2019
Política de Privacidade | Termos e Condições | Adicionar aos Favoritos
Máquina Digital