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Segurança Contra Incêndios em Edifícios – Nova legislação relevante – 18 Setembro 2020

Publicação do Despacho n.º 8953/2020 de 18 de Setembro, que procede à aprovação da Nota Técnica n.º 16 – Sistemas Automáticos de Extinção de Incêndio por Água da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

As tubagens a serem utilizadas e respectivos acessórios estão especificados em detalhe na Secção 7.1 do documento em causa (páginas 20 e 21 da versão PDF), a seguir transcrita:

7.1 — Tubagens a utilizar e respetivos acessórios

As disposições deste número são as constantes na NT 13, a seguir transcritas.

As tubagens a utilizar na montagem dos sistemas sprinkler devem ser em aço, pelo menos da série “média” com costura e a sua fabricação deve obedecer às normas NP EN 10255 para dimensões nominais até DN 150 inclusive e NP EN 10217 -1 para dimensões nominais superiores a DN 150. Quando fornecidas com um revestimento de proteção por galvanização, o mesmo deverá obedecer à norma NP EN 10240.

Nas tubagens enterradas admite -se o recurso a tubagens em PEAD, desde que enterradas a uma profundidade mínima de 0,8 m (medida entre o extradorso das tubagens e a superfície), devendo cumprir todos os requisitos de resistência à pressão interna e esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. As transições para a rede a jusante ou para a superfície, devem ser metálicas, incluindo o acessório da picagem.

As tubagens a instalar nas redes secas devem ser tratadas por galvanização a quente, sendo que em redes húmidas também o podem ser.

Em todos os percursos à vista, as tubagens devem ser devidamente pré -preparadas e levar pelo menos uma pintura com duas demãos de primário anticorrosivo com espessura média total de 100 µm e um acabamento com uma demão de borracha clorada ou outra resina sintética adequada, com uma espessura média de 60 µm da cor exigida pela norma NP 182.

No caso de tubos já fornecidos com um revestimento exterior de proteção anticorrosiva por pintura na cor exigida pela norma NP 182, o mesmo deverá consistir em pó termoendurecível, à base de epóxi ou outra resina sintética adequada e com pigmentos isentos de chumbo, aplicado por projeção eletrostática e polimerizado em forno, com uma espessura mínima de 60 µm.

Nos percursos enterrados, as tubagens devem ser convenientemente protegidas contra a corrosão externa, por exemplo mediante um tratamento por galvanização exterior e serem envolvidas por fita betuminosa de proteção mecânica e anticorrosiva do tipo denso, aplicada em espiral.

As ligações entre tubos devem ser ranhuradas ou roscadas para dimensões nominais até DN 150 inclusive e ranhuradas ou flangeadas para dimensões nominais superiores a DN 150. Os acessórios roscados e as flanges devem, respetivamente, ser conformes as normas NP EN 10242 e NP EN 1092 -1 e com os critérios da tubagem onde vão ser aplicados.

Sempre que a especificidade da instalação o requeira pode recorrer -se ao método construtivo soldadura, o qual deve ser conforme as normas aplicáveis ao método soldadura e com os critérios da tubagem onde vão ser aplicadas.

Todos os acessórios devem ser do mesmo material das tubagens e ter o mesmo tratamento.

A tubagem deve ser devidamente suportada. Esta pode ser suspensa (pendente), apoiada (montante) ou em consola (justaposta).

As secções mínimas dos suportes para a tubagem suspensa são as indicadas no Quadro XI.

QUADRO XI

Dimensão nominal do tubo (Ø)                                  Secção transversal mínima de apoios de suspensão (mm2)

Ø ≤ DN 50 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 30 (M8)

DN 50 < Ø ≤ DN 80 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 (M10)

DN 80 < Ø ≤ DN 100 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 (M12)

 

O espaçamento máximo entre suportes de todos os tipos (suspenso, apoiado e em consola) deve ser o indicado no Quadro XII.

QUADRO XII

Dimensão nominal do tubo                                                  Distância entre suportes (m)

Até DN 50 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . 4,6

DN 65 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . 5,0

DN 100 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,0

DN 125 . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,6

DN 150 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . 8,5

 

A tubagem deve, sempre que possível, ser fixada aos elementos estruturais do edifício através de suportes metálicos adequadamente protegidos contra a corrosão e fixados por aparafusamento, não sendo permitido o uso de explosivos para fixação das buchas.

As buchas (mecânicas ou químicas) a utilizar devem ser fixadas até uma profundidade de 30 mm para tubos com dimensão nominal até DN 50 e de 40 mm para dimensões superiores.

A tubagem enterrada, quando realizada através de juntas suscetíveis de desengate dos tubos por efeito da pressão interna, tais como juntas de compressão ou juntas de boca e ponta lisa, deve ser fixada a blocos de ancoramento em betão. A aplicação de blocos de ancoramento deve ser efetuada em cada mudança de direção, nas derivações, reduções, válvulas, etc. Com vista a prescindir dos blocos de ancoramento em betão, será admitida a utilização de juntas travadas, desde que fundamentada por método de cálculo adequado.

A fixação deve ser efetuada de modo que o acessório protegido fique acessível para inspeção ou reparação.

 

 

 

 
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